Muzongué da liberdade homenageia integrantes do 04 de Fevereiro

Luanda - O Muzongué dos heróis da liberdade, no Centro Cultural e Recreativo Kilamba, marcou o encerramento, neste domingo (23), das jornadas de homenagem aos integrantes do 04 de Fevereiro de 1961, promovido pelo Gabinete de Cidadania e Sociedade...

Muzongué da liberdade homenageia integrantes do 04 de Fevereiro

Luanda - O Muzongué dos heróis da liberdade, no Centro Cultural e Recreativo Kilamba, marcou o encerramento, neste domingo (23), das jornadas de homenagem aos integrantes do 04 de Fevereiro de 1961, promovido pelo Gabinete de Cidadania e Sociedade Civil do MPLA.,

Para animar as centenas de militantes que se fizeram presentes ao convívio, subiu em primeiro momento ao palco a cantora Fató, que do seu reportório recordou músicas de intervenção que muito contribuíram na conquista da independência nacional.

Com o suporte da Banda Amigos dos Heróis da Liberdade, prestigiaram também os sobreviventes do 04 de Fevereiro, os músicos Mirol, Santos Júnior, Dina Santos, Carlos Lamartine e Santocas.

Já acompanhado pela Banda Movimento e a seu jeito, Calabeto interpretou “Ai Nzambi”, “Bomba”, “Nga Mussengue“ e “Ngoloyami”, encerrando assim o que estava reservado para os convivas em termos de música ao vivo.

Na sua intervenção, o secretário para os Assuntos Políticos e Eleitorais do Bureau Político do MPLA, Mário Pinto de Andrade, sublinhou que é importante continuar a respeitar todos os angolanos que contribuíram para o desenvolvimento do país, tendo destacado os heróis do 04 de Fevereiro e do Processo 50, bem como as suas famílias.

Frisou que sempre que haver actividades de reconhecimento aos patriotas que se bateram pelas causas nobres não se deve esquecer os que iniciaram as lutas que culminaram com a independência nacional.

Em declarações à imprensa, a directora do Gabinete de Cidadania e Sociedade Civil do MPLA, Anabela dos Santos, disse que, para além do convívio, a actividade serviu também para os filhos dos heróis do 04 de Fevereiro se conhecerem para darem continuidade à história.

Segundo a dirigente do partido no poder, a juventude angolana tem que saber quem são os angolanos que derramaram o seu sangue para a conquista da independência.

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